Presidente Lula Assina Reajuste do Salário Mínimo para R$ 1.518 a Partir de 2025

Foto Valter Campanato/EBC.

 

💵 Novo salário mínimo definido

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, na sexta-feira (27), o decreto que estabelece o reajuste do salário mínimo no Brasil. A partir de 1º de janeiro de 2025, o valor subirá de R$ 1.412 para R$ 1.518, representando um aumento de 7,5% (R$ 106).

O reajuste foi anunciado pelo Palácio do Planalto e leva em conta a inflação acumulada de 2024 e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). O decreto será publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (31).


🏛 Impacto nos salários e na economia

O novo valor entrará em vigor no início de 2025 e afetará os pagamentos recebidos pelos trabalhadores formais em fevereiro. A medida impactará diretamente 54 milhões de brasileiros, incluindo aposentados e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que têm seus ganhos vinculados ao salário mínimo.

Segundo projeções do governo, a nova regra deve gerar economia de R$ 15,3 bilhões nos próximos anos, alinhada ao teto de reajuste de 2,5% imposto pelo novo arcabouço fiscal.


📉 Regras e limitações para o reajuste

A alteração na fórmula de cálculo do salário mínimo estabelece um teto de crescimento real de até 2,5% acima da inflação. Antes, não havia limite superior, o que resultaria em um valor maior: R$ 1.528.

Com a nova política, o reajuste busca atender ao equilíbrio das contas públicas, mas com impacto reduzido no poder aquisitivo de trabalhadores e beneficiários.


🤔 O que é o salário mínimo?

O salário mínimo é o menor valor que pode ser pago a um trabalhador formal no Brasil, conforme definido pela Constituição. Ele deve ser suficiente para cobrir as necessidades vitais básicas de uma família, como moradia, alimentação, saúde, educação e lazer.

Atualmente, 22,7 milhões de pessoas são diretamente impactadas pelo salário mínimo, além de seus reflexos indiretos na economia, como o aumento do poder de compra e a elevação do salário médio nacional.

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